“Levai as cargas uns dos outros e, assim, cumprireis a lei de Cristo.”
(Gálatas
6.2)
A comunhão dos santos não é apenas uma realidade teológica
invisível decorrente da união dos crentes com Cristo. Ela também possui
expressão prática, concreta e visível na vida diária da igreja. Se no tema
anterior vimos que todos os verdadeiros crentes participam de uma mesma vida
espiritual em Cristo, agora devemos considerar como essa comunhão se manifesta
no relacionamento entre aqueles que compõem o povo da aliança.
A Escritura jamais apresenta a comunhão cristã como conceito
impraticável ou mera doutrina para ser intelectualmente aceita. Pelo contrário,
ela aparece constantemente vinculada à vida comum da igreja, ao cuidado mútuo,
ao serviço recíproco, ao amor fraternal, à correção amorosa, ao encorajamento
espiritual e à perseverança coletiva na fé.
O próprio Cristo não chamou discípulos para viverem
isoladamente, mas constituiu uma comunidade visível de seguidores. Desde o
início de Seu ministério, vemos os discípulos aprendendo, caminhando, servindo
e crescendo juntos. Essa realidade continuaria após Sua ascensão quando o
Espírito Santo reunisse a igreja em Jerusalém e posteriormente em todas as
nações.
A comunhão dos santos, portanto, não é mero privilégio. É
também responsabilidade.
1. Os “uns aos outros” do
Novo Testamento
Uma das formas mais claras de perceber a prática da comunhão
cristã é observar a quantidade de mandamentos recíprocos presentes no Novo Testamento.
A vida cristã é constantemente descrita em termos de relacionamento mútuo. Somos
chamados a:
amar uns aos outros (Jo 13.34-35);
servir uns aos outros (Gl 5.13);
suportar uns aos outros (Ef 4.2);
perdoar uns aos outros (Cl 3.13);
exortar uns aos outros (Hb 3.12-13);
ensinar uns aos outros (Cl 3.16);
consolar uns aos outros (1Ts 4.18);
estimular uns aos outros ao amor
e às boas obras (Hb 10.24-25).
Essa ênfase não é
acidental. O Novo Testamento emprega aproximadamente uma centena de vezes
expressões recíprocas derivadas do termo grego allēlōn
(“uns aos outros”, “mutuamente”, “entre vós”,
“entre si”), das quais cerca de sessenta
aparecem na forma de mandamentos, exortações ou descrições da vida normal da
igreja. Trata-se de uma das características mais marcantes da ética cristã
apostólica. A vida cristã não é descrita nas Escrituras como experiência
isolada entre o indivíduo e Deus, mas como realidade vivida dentro de um povo
reunido por Cristo. Os apóstolos constantemente pressupõem convivência, relacionamento,
responsabilidade mútua, serviço recíproco, correção fraterna, encorajamento e
edificação coletiva. A frequência extraordinária desses mandamentos demonstra
que a comunhão dos santos não é elemento secundário da fé cristã, mas parte
integrante do próprio propósito de Deus para Sua igreja.
Observe que tais mandamentos pressupõem convivência real. Não
é possível obedecer a esses textos vivendo em isolamento espiritual. A própria
estrutura dos imperativos apostólicos demonstra que Deus planejou a vida cristã
para ser vivida dentro da comunhão da igreja.
Quando Cristo resume a Lei em amor a Deus e amor ao próximo
(Mt 22.34-40), Ele demonstra que a espiritualidade verdadeira jamais se limita
à devoção individual. O amor ao próximo encontra expressão concreta
especialmente entre aqueles que pertencem à família da fé.
Ao mesmo tempo, é importante observar que Cristo não está
abolindo o Decálogo nem substituindo seus mandamentos por dois novos preceitos
independentes. Pelo contrário, Ele está resumindo toda a Lei Moral em seus dois
grandes princípios fundamentais. O amor a Deus sintetiza aquilo que é exigido
nos quatro primeiros mandamentos, enquanto o amor ao próximo resume os seis
mandamentos restantes. Não se trata de uma revogação da Lei, mas de sua
síntese. Os próprios mandamentos do Decálogo revelam como o amor deve ser
praticado. Amar a Deus implica não ter outros deuses, não fabricar ídolos, não
tomar Seu nome em vão e santificar o Dia do Senhor. Da mesma forma, amar o
próximo implica honrar pai e mãe, não matar, não adulterar, não furtar, não
levantar falso testemunho e não cobiçar. Por isso, os dois grandes mandamentos
não anulam o Decálogo; antes, revelam sua unidade interna e seu verdadeiro
fundamento espiritual. Como o próprio Senhor conclui: “Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas”
(Mt 22.40). O amor bíblico não substitui a obediência; ele é precisamente o
princípio que dá vida e sentido à obediência.
2. Contra o individualismo cristão
Há ainda aqueles que dizem: “Tenho comunhão com Deus, mas
não preciso da igreja.” Tal afirmação seria completamente incompreensível para
os autores bíblicos. O próprio Cristo declarou: “Edificarei
a minha igreja.” (Mt 16.18). Não disse que edificaria indivíduos
isolados, disse que edificaria Sua igreja.
Paulo utiliza linguagem ainda mais forte ao afirmar: “Assim nós, que somos muitos, somos um só corpo em Cristo e
membros uns dos outros.” (Rm 12.5). Observe que o texto não diz
apenas que somos membros de Cristo. Afirma que somos membros uns dos outros. A
união com Cristo inevitavelmente produz união com Seu povo. Por essa razão, o
chamado “cristianismo solitário”, o “desigrejismo”, representa profunda
contradição prática.
Isso não significa que circunstâncias extraordinárias não
possam temporariamente afastar alguém da comunhão pública. Enfermidades,
perseguições, prisões e outras situações excepcionais existem. Contudo,
transformar o isolamento em modelo permanente de vida cristã contradiz
diretamente a natureza da igreja revelada nas Escrituras.
3. A comunhão no culto público
O culto público constitui uma das expressões mais
importantes da comunhão dos santos. Quando a igreja se reúne no Dia do Senhor,
ela não comparece apenas para receber instrução individual. Ela comparece como
povo da aliança reunido diante de Deus para adorá-Lo, ouvir Sua Palavra e
participar conjuntamente dos meios de graça por Ele estabelecidos.
O autor de Hebreus demonstra que o dever de congregar não
está relacionado apenas ao crescimento espiritual individual. Pelo contrário,
ele escreve: “Consideremo-nos também uns aos outros,
para nos estimularmos ao amor e às boas obras. Não deixemos de congregar-nos,
como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes
que o Dia se aproxima.” (Hb 10.24-25). Observe cuidadosamente a
conexão estabelecida pelo autor. O mandamento de congregar-se aparece
diretamente ligado ao cuidado mútuo, à exortação fraterna e à edificação
recíproca. O culto não possui apenas uma dimensão vertical, na qual a igreja se
aproxima de Deus em adoração; possui também uma dimensão horizontal, na qual os
santos servem, encorajam e fortalecem uns aos outros. Trata-se de uma realidade
inseparável, uma verdadeira via de mão dupla estabelecida pelo próprio Senhor.
A igreja reunida, como expressão visível do corpo de Cristo,
atende à convocação divina e se apresenta diante de seu Rei em louvor, oração e
reverência. Ao mesmo tempo, esse mesmo corpo é exortado, corrigido, consolado e
edificado pela proclamação pública da Palavra. Enquanto adoramos a Deus, somos
igualmente fortalecidos pela presença dos irmãos. A oração congregacional, o
louvor entoado em uníssono, a leitura pública das Escrituras, a administração
dos sacramentos e a exposição da Palavra testemunham visivelmente a unidade que
Cristo produziu entre os Seus.
Por essa razão, abandonar deliberadamente a comunhão da
igreja não significa apenas afastar-se de uma reunião religiosa, mas privar-se
de um dos meios ordinários pelos quais Deus sustenta, preserva e amadurece Seu
povo. O cristão isolado não apenas deixa de receber aquilo que Deus ordenou
para seu próprio crescimento espiritual; ele também deixa de oferecer aos
demais irmãos os dons, encorajamento e serviço que lhe foram confiados para a
edificação do corpo. Afinal, a comunhão dos santos não é um benefício opcional
da vida cristã, mas parte integrante da própria vocação daqueles que foram
unidos a Cristo.
4. A Ceia do Senhor como expressão da comunhão
Entre todas as manifestações visíveis da comunhão cristã,
poucas são tão significativas quanto a Ceia do Senhor. Paulo esclarece dizendo:
“Porventura, o cálice da bênção que abençoamos não é
a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos não é a comunhão do corpo de
Cristo? Porque nós, embora muitos, somos unicamente um pão, um só corpo; porque
todos participamos do único pão.” (1Co 10.16-17). A Ceia não
expressa apenas a comunhão do crente com Cristo; ela também manifesta a
comunhão existente entre todos aqueles que pertencem a Cristo. O único pão
aponta para o único corpo. Assim, a mesa do Senhor não testemunha apenas a
união vertical entre Cristo e Seu povo, mas também a união horizontal dos
santos entre si.
É precisamente por essa razão que os abusos cometidos pelos
coríntios eram tão graves. Ao transformar a mesa do Senhor em ambiente de
divisões, facções, egoísmo e desprezo pelos irmãos, eles negavam na prática
aquilo que a Ceia proclamava simbolicamente. Por isso, ao introduzir o assunto,
Paulo declara: “Nisto, porém, que vos prescrevo, não
vos louvo, porquanto vos ajuntais não para melhor, e sim para pior. Porque,
antes de tudo, estou informado haver divisões entre vós quando vos reunis na
igreja...” (1Co 11.17-18). E mais adiante conclui: “Quando, pois, vos reunis no mesmo lugar, não é a ceia do
Senhor que comeis.” (1Co 11.20).
Observe a severidade da acusação apostólica. Paulo não
afirma simplesmente que havia defeitos na celebração; ele chega ao ponto de declarar
que aquilo que estavam fazendo já não podia ser reconhecido como verdadeira
participação na Ceia do Senhor. A razão era clara: a comunhão que a Ceia
simboliza estava sendo destruída pela conduta daqueles que participavam dela.
Por isso, a participação na mesa do Senhor exige não apenas
autoexame individual, mas também discernimento da natureza corporativa do corpo
de Cristo. O problema dos coríntios não era meramente litúrgico; era
eclesiológico. Eles falhavam em reconhecer, amar e respeitar os irmãos com quem
se assentavam à mesa do Senhor. É nesse contexto que Paulo adverte: “Pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe
juízo para si.” (1Co 11.29). E acrescenta solenemente: “Eis a razão por que há entre vós muitos fracos e doentes e não
poucos que dormem.” (1Co 11.30).
A advertência demonstra quão seriamente Deus trata a unidade
de Sua igreja. Aqueles que desprezavam a comunhão dos santos enquanto
participavam da mesa do Senhor estavam atraindo sobre si a disciplina do
próprio Deus. A Ceia, portanto, não é apenas memorial da obra de Cristo; ela
também testemunha visivelmente a unidade do povo que Ele redimiu. Participar da
mesa enquanto se despreza o corpo contradiz o próprio significado daquilo que
se recebe.
5. Os dons espirituais e a edificação do corpo
A comunhão dos santos também se manifesta através do
exercício dos dons espirituais. O Novo Testamento jamais apresenta os dons como
instrumentos de promoção individual. Pelo contrário. Paulo afirma: “A manifestação do Espírito é concedida a cada um visando a um
fim proveitoso.” (1Co 12.7). O apóstolo desenvolve imediatamente
essa ideia por meio da metáfora do corpo humano, ensinando que “o corpo não é um só membro, mas muitos” (1Co
12.14) e que Deus dispôs os membros “no corpo, cada
um como lhe aprouve” (1Co 12.18). Mais adiante conclui: “Ora, vós sois corpo de Cristo; e, individualmente, membros
desse corpo.” (1Co 12.27).
A mesma verdade reaparece em outra carta quando Paulo afirma
que Cristo concedeu à Sua igreja homens para determinados ofícios e, para o
exercício desses ofícios, os dotou espiritualmente segundo Sua vontade. O foco
de Efésios 4.11-12 não está primariamente numa lista de dons, mas nos próprios
oficiais que Cristo entregou à Sua igreja para servi-la e edificá-la: “com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do
seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo”. O propósito dos
dons, portanto, não é a exaltação do indivíduo, mas o fortalecimento da igreja.
Os dons existem para a edificação do corpo.
E é o Espírito distribui, soberanamente, capacidades
distintas aos membros da igreja não para produzir competição, mas cooperação
onde: alguns ensinam, outros servem, outros administram, outros encorajam, outros
exercem misericórdia. Ainda assim, todos trabalham para a edificação do mesmo
corpo. Quando os dons são usados para exaltação pessoal, a comunhão é
enfraquecida. Quando são utilizados para servir aos irmãos, a comunhão é
fortalecida.
6. A comunhão no sofrimento
Uma das marcas mais belas da comunhão cristã aparece não
somente no compartilhamento das aflições, mas também no suporte durante esses
momentos. Paulo escreve: “Alegrai-vos com os que se
alegram e chorai com os que choram.” (Rm 12.15). E ainda: “Se um membro sofre, todos sofrem com ele.” (1Co
12.26). A comunhão dos santos não existe apenas para os momentos de celebração.
Ela se torna especialmente visível nos momentos de dor.
A igreja acompanha os enfermos, consola os enlutados, sustenta
os abatidos, auxilia os necessitados, intercede pelos perseguidos, carrega os
fardos dos irmãos. Essa prática não constitui mera gentileza social. É
expressão da própria vida de Cristo operando em Seu corpo.
7. A comunhão material dos santos
A comunhão cristã também possui implicações materiais. Logo
após Pentecostes lemos: “Todos os que creram estavam
juntos e tinham tudo em comum.” (At 2.44). Pouco depois Lucas
registra: “Pois nenhum necessitado havia entre eles.”
(At 4.34). Esses textos não estabelecem um sistema de comunismo compulsório nem
servem de fundamento para a apropriação estatal da propriedade privada. O
próprio contexto demonstra que as contribuições eram voluntárias e fruto da
ação da graça no coração dos crentes. A prova disso aparece no episódio de
Ananias e Safira, quando Pedro declara: “Conservando-o,
porventura, não seria teu? E, vendido, não estaria em teu poder?”
(At 5.4). A propriedade continuava pertencendo aos seus donos; o pecado do
casal não foi deixar de entregar tudo, mas mentir diante de Deus.
Contudo, esses textos revelam algo extremamente importante:
o amor cristão produz generosidade prática. A igreja primitiva compreendia que
os bens recebidos do Senhor não eram concedidos apenas para benefício
individual, mas também para o serviço do próximo e para o socorro dos irmãos
necessitados. Tratava-se do exercício consciente da mordomia cristã, princípio
que permanece obrigatório para a igreja em todas as épocas.
Essa mesma realidade aparece nas coletas organizadas por
Paulo em favor dos santos necessitados da Judeia (1Co 16.1-4; 2Co 8–9). O
apóstolo não apela à coerção, mas à liberalidade produzida pela graça de Deus.
A comunhão dos santos, portanto, não se limita a palavras, sentimentos ou
declarações de afeto. Ela se manifesta concretamente quando os crentes
compartilham seus recursos, carregam os fardos uns dos outros e procuram suprir
as necessidades dos membros do corpo de Cristo.
8. Hospitalidade e vida compartilhada
O Novo Testamento frequentemente associa comunhão à prática
da hospitalidade. Pedro escreve: “Sede, mutuamente,
hospitaleiros, sem murmuração.” (1Pe 4.9). Da mesma forma Paulo
orienta: “Praticai a hospitalidade.” (Rm
12.13). A hospitalidade aproxima irmãos, fortalece relacionamentos, promove
discipulado, favorece encorajamento mútuo.
Desde os tempos apostólicos, a abertura do lar sempre ocupou
papel importante na vida da igreja. A comunhão dos santos floresce quando a
vida cristã ultrapassa os limites do culto público e alcança o cotidiano.
9. Os pecados contra a comunhão
“Oh! Como é bom e agradável
viverem unidos os irmãos!” (Salmos 133.1). Se a comunhão dos santos
é preciosa diante de Deus, não surpreende que Satanás frequentemente ataque
justamente essa área.
O Novo Testamento condena repetidamente:
• facções - 1Co 11.18-19; Gl 5.19-21; 2Pe 2.1
• partidarismo - 1Co 1.12-13; 1Co 3.3-7
• contendas - 1Co 3.3; Fp 2.3; 2Tm 2.23-24
• invejas - Gl 5.26; Tg 3.14-16; 1Pe 2.1
• murmurações - Fp 2.14-15; 1Co 10.10; Jd 16
• rivalidades - Gl 5.20; Rm 13.13; Fp 1.15-17
Todas essas atitudes possuem algo em comum: enfraquecem a
unidade do corpo de Cristo e colocam interesses pessoais acima do bem da
igreja. Não por acaso, Paulo frequentemente as inclui em listas de pecados
próprios da carne (Gl 5.19-21), pois onde elas prosperam a comunhão dos santos
é ferida, o testemunho da igreja é enfraquecido e a glória de Cristo deixa de
ser refletida de maneira adequada em Seu povo.
Os coríntios diziam: “Eu sou de
Paulo.”; “Eu sou de Apolo.”; “Eu sou de Cefas.” (1Co 1.12). Paulo responde
demonstrando que tais divisões contradiziam a própria natureza da igreja. Sempre
que interesses pessoais passam a dominar a vida comunitária, a comunhão é
enfraquecida. Por isso, a preservação da unidade constitui dever permanente da
igreja.
10. A comunhão dos santos como testemunho do evangelho
A comunhão cristã possui também dimensão apologética. Na
oração sacerdotal, Cristo declara: “A fim de que
todos sejam um... para que o mundo creia que tu me enviaste.” (Jo
17.21). A unidade da igreja não cria o evangelho, mas testemunha a realidade do
evangelho.
Quando homens e mulheres de diferentes origens, culturas,
classes sociais e histórias são unidos em Cristo, o mundo contempla uma demonstração
visível do poder reconciliador da graça. A comunhão dos santos aponta para algo
maior do que ela mesma, ela aponta para Cristo. Por isso, a vida comunitária da
igreja jamais deve ser tratada como detalhe secundário da fé cristã. Ela é uma
das evidências mais claras da obra do Espírito Santo entre o povo de Deus.
A comunhão dos santos não é mero acessório da igreja. É uma
das manifestações visíveis da nova humanidade criada em Cristo. Onde Cristo
reina, pecadores reconciliados aprendem a amar, servir, suportar, corrigir,
consolar e caminhar juntos rumo à cidade celestial.
Soli Deo Gloria.
Rev. Júlio Pinto
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